Grauteamento em Blocos Estruturais em Cuiabá: Função Mecânica e Etapas de Preparo do Graute

Aprenda as etapas de preparo do graute em alvenaria estrutural em Cuiabá. NBR 16868:2020 verificada. Suporte técnico da Traço Blocos em MT.

4/29/202612 min read

empreiteiros e pedreiros
empreiteiros e pedreiros

Construções em alvenaria estrutural sem grauteamento correto perdem até 40% da resistência à compressão prevista em projeto. Em Cuiabá e Várzea Grande, onde a temperatura supera 40°C na estiagem, um graute mal preparado retrai prematuramente e reprova no laudo do laboratório. O custo de correção estrutural pós-cura supera em cinco vezes o custo da execução correta desde o início.

Sumário

O que é o Graute e Qual a sua Função Mecânica

Graute é um microconcreto de alta fluidez, baixa retração e resistência mínima de 15 MPa. Produzido com cimento Portland, areia fina, agregados miúdos e aditivos plastificantes, dispensa vibração mecânica pela consistência autoadensável.

O grauteamento em blocos estruturais transforma paredes vazadas em elementos monolíticos com capacidade portante ampliada. O preenchimento das cavidades internas com graute aumenta a área útil da seção transversal do bloco em aproximadamente 50%.

Esse incremento de área resulta em ganho de resistência à compressão da alvenaria entre 30% e 40%, conforme registrado em pesquisas da Escola de Engenharia de São Carlos (USP). A diferença entre parede grauteada e não grauteada na mesma fiada é a diferença entre aprovar e reprovar o laudo de prisma.

As duas funções primárias do grauteamento

Função 1: preenchimento das cavidades para aumentar resistência à compressão vertical, formando pilares internos distribuídos ao longo das paredes estruturais.

Função 2: solidarização das armaduras à parede, mantendo as barras de aço centralizadas no furo e garantindo aderência na alvenaria armada.

Sem grauteamento correto nas células onde há armadura, a barra de aço trabalha sem envolvimento estrutural efetivo. O bloco fissura antes de atingir o Estado Limite Último (ELU) calculado em projeto.

Graute versus argamassa de assentamento

O graute não é argamassa de assentamento. Argamassa une fiadas horizontais de blocos. Graute preenche verticalmente as cavidades internas para conferir resistência estrutural adicional. Confundir os dois materiais compromete o traço, a fluidez e o resultado do ensaio de prisma.

Contexto Normativo: NBR 16868:2020 e NBR 6136:2016

NBR 16868:2020 é a norma vigente que unifica os requisitos de alvenaria estrutural no Brasil. Publicada em 10 de agosto de 2020 e em vigor a partir de 10 de fevereiro de 2021, substituiu as antigas NBR 15961-2:2011 e NBR 15812-2:2010.

As três partes vigentes da NBR 16868

A norma está dividida em três partes vigentes: Parte 1 (Projeto), Parte 2 (Execução e Controle de Obras) e Parte 3 (Métodos de Ensaio). O grauteamento está disciplinado no item 9.3.7 da NBR 16868-2:2020.

A Parte 2 define os procedimentos mínimos de controle da alvenaria estrutural: recebimento e armazenamento de materiais, controle de produção da argamassa e do graute (Seção 7) e caracterização prévia dos componentes (item 8.1).

O que a norma exige sobre controle do graute

O controle tecnológico do graute pode seguir a NBR 12655 (vigente), respeitando os limites máximos de lote e mínimos de amostragem estabelecidos pela NBR 16868-2. Obras com grauteamento para aumento de resistência devem construir prismas completamente grauteados em número igual aos prismas ocos ensaiados.

A NBR 6136:2016 (quinta edição, vigente) define os requisitos de produção e aceitação dos blocos. Blocos estruturais Classe A (acima de 8,0 MPa) e Classe B (entre 4,0 e 8,0 MPa) são os aplicáveis em alvenaria estrutural. A resistência do graute deve ser compatível com a classe do bloco especificada em projeto.

NBR 6118:2023 e a alvenaria armada

A NBR 6118:2023 (vigente, substituiu edição de 2014) complementa os critérios estruturais da alvenaria armada. Estabelece parâmetros de aderência entre armadura e graute e os requisitos de cobrimento mínimo que determinam o posicionamento central da barra no furo do bloco.

Tipos de Graute e Parâmetros Técnicos Mínimos

Graute fino

Graute fino é composto por cimento Portland, areia e aditivos plastificantes. Indicado para cavidades menores e furos com dimensão interna abaixo de 6 cm, onde a granulometria de brita convencional impediria o preenchimento completo.

Graute grosso para grandes cavidades

Graute grosso incorpora brita zero ou pedrisco fino além da areia e do cimento. Aplica-se em canaletas, cintas de amarração e cavidades de blocos com dimensão interna acima de 7 cm × 7 cm. Exige atenção ao adensamento para eliminar bolsões de ar.

Parâmetros mínimos obrigatórios

Os parâmetros técnicos consolidados para graute em alvenaria estrutural são:

  • Resistência à compressão aos 28 dias: mínimo 15 MPa

  • Consistência (Slump): entre 200 mm e 280 mm

  • Relação água/cimento (Fator a/c): aproximadamente 0,9 para fluidez sem segregação

  • Teor de cal: baixo, para reduzir retração diferencial

  • Agregado graúdo máximo: brita zero (9,5 mm) para graute grosso

Graute com fator a/c acima de 1,0 aumenta o risco de retração excessiva. Em Cuiabá, onde a umidade relativa do ar cai abaixo de 20% entre junho e setembro, a evaporação acelerada compromete a hidratação antes da cura.

Etapas de Preparo e Aplicação do Graute em Obra.

Etapa 1: dosagem e mistura.

O graute deve ser dosado conforme o traço definido em projeto. A mistura em betoneira garante homogeneidade. Não adicionar água depois do início da mistura para corrigir consistência.

Etapa 2: limpeza e molhagem das cavidades

Molhar as cavidades dos blocos antes do grauteamento é obrigatório em qualquer obra. A pré-saturação evita que o bloco absorva a água de amassamento do graute, o que reduziria a relação a/c real e comprometeria a resistência final.

A limpeza das rebarbas de argamassa acumuladas nas juntas internas utiliza barra de ferro. Forma-se uma janela de limpeza na primeira fiada do pé-direito. Após limpar, fechar a janela com argamassa antes de lançar o graute.

Etapa 3: aguardar o intervalo mínimo pós-assentamento

Aguardar mínimo de 24 horas após o assentamento dos blocos. Esse intervalo permite que a argamassa de assentamento atinja resistência inicial suficiente para suportar a pressão hidrostática do graute fluido.

Etapa 4: lançamento em duas alturas

Lançar o graute em duas etapas por pé-direito é a prática recomendada. Grautear a primeira metade da altura, aguardar o início de pega e completar a segunda camada. Esse procedimento evita pressão hidrostática excessiva sobre as juntas de assentamento.

O adensamento deve usar barra de aço auxiliar separada das armaduras estruturais. Usar a própria barra de armadura para adensar altera o cobrimento e compromete a aderência calculada no projeto.

Etapa 5: cura úmida prolongada

Cura úmida por mínimo de 7 dias após o lançamento. Em Cuiabá e Várzea Grande, com temperatura de obra acima de 38°C e umidade relativa baixa, proteger as faces das paredes com aniagem úmida ou lona plástica. Regar as paredes ao menos duas vezes ao dia no período de estiagem.

Grauteamento em Cuiabá e Várzea Grande: Especificidades do Cerrado

Cuiabá e Várzea Grande concentram o maior volume de obras de alvenaria estrutural em Mato Grosso. Condomínios horizontais e verticais de até 4 pavimentos estão em expansão nos bairros Coxipó, Pascoal Ramos, CPA e nos loteamentos abertos ao longo da BR-163 e BR-364.

O impacto do clima do cerrado mato-grossense

O cerrado mato-grossense impõe condições críticas para o grauteamento. No período seco (maio a setembro), a temperatura do ar em Cuiabá ultrapassa 40°C e a umidade relativa cai abaixo de 20%. Nessas condições, o graute perde água por evaporação antes de concluir a hidratação.

A perda hídrica por evaporação reduz diretamente a resistência final. Um graute especificado em 15 MPa pode atingir apenas 10 a 12 MPa se lançado sem proteção térmica e hídrica em dia quente. Isso reprova o corpo de prova e exige demolição e reexecução da alvenaria.

Exigências locais e órgão fiscalizador

Obras em Cuiabá devem seguir o Código de Obras do Município (Lei Complementar nº 198/2010 e suas atualizações) e atender às exigências do CREA-MT (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso), que fiscaliza o responsável técnico (RT) e o controle tecnológico de materiais.

O CREA-MT exige ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) para execução estrutural e controle tecnológico do graute em obras de alvenaria estrutural acima de dois pavimentos. Obras sem ART registrada estão sujeitas a embargo, interdição e multa.

Blocos estruturais e logística em MT

A logística de entrega de blocos estruturais em Cuiabá e Várzea Grande exige planejamento alinhado ao cronograma de grauteamento. Lotes recebidos com antecedência e armazenados em contato com o solo perdem resistência por absorção de umidade. O canteiro deve prever área de estocagem elevada e coberta.

Cenário Ilustrativo: Condomínio Horizontal em Várzea Grande

Este cenário é fictício e verossímil.

Uma construtora de pequeno porte em Várzea Grande iniciou a elevação de um condomínio horizontal com 40 unidades em alvenaria estrutural. Os blocos utilizados eram 14×19×39 cm, Classe B (4,5 MPa), e o projeto estrutural especificava grauteamento em 30% das células com graute de 15 MPa.

A equipe de pedreiros, sem orientação técnica, lançou o graute em altura total de 2,80 m em uma única etapa, em dia com temperatura de 39°C e umidade relativa de 18%, sem molhagem prévia das cavidades e sem proteção durante a cura.

Resultado: os corpos de prova do graute atingiram 8,2 MPa aos 28 dias, reprovando no ensaio de prisma conforme a NBR 16868-2:2020. A construtora precisou demolir três paredes estruturais e reexecutar o grauteamento com supervisão técnica contratada às pressas. O atraso no cronograma foi de 45 dias corridos. O custo de correção somou mais de R$ 38.000,00, equivalente a toda a alvenaria do primeiro bloco de unidades.

Seu Grauteamento Vai Reprovar no Laudo?

Em Cuiabá e Várzea Grande, obras de alvenaria estrutural sem controle técnico do graute enfrentam reprovação de prisma, demolição parcial e atraso de até 45 dias no cronograma. Cada semana parada é dinheiro de obra parado e prazo de entrega comprometido com o cliente final.

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Riscos e Consequências do Grauteamento Mal Executado

Fissuras por retração

são a patologia mais comum em alvenarias com graute mal preparado. O excesso de água na mistura e a ausência de cura úmida produzem retração diferencial entre graute e bloco, gerando microfissuras nas interfaces que comprometem a aderência armadura/parede.

Reprovação no ensaio de prisma

O ensaio de prisma segundo a NBR 16868-2:2020 é o controle sistêmico obrigatório da resistência da alvenaria grauteada. Prismas completamente grauteados reprovados exigem demolição e reexecução de toda a alvenaria do lote afetado.

Cada prisma reprovado representa um lote inteiro de alvenaria em análise. Uma obra com 10 lotes e um prisma reprovado pode ter mais de 1.000 m² de parede questionada em laudo.

Comprometimento da capacidade portante

Alvenaria estrutural sem grauteamento correto nos pontos indicados em projeto opera abaixo da capacidade de carga calculada. Isso eleva o risco de redistribuição inadequada de esforços nas paredes e de recalque diferencial de fundação.

Obras acima de dois pavimentos com falha no grauteamento em pilares de quina e paredes de contraventamento são candidatas a trincas inclinadas a 45° nos cantos de vãos de portas e janelas, patologia de difícil e custosa correção.

Custos reais de retrabalho

Correção de graute com resistência abaixo do projeto exige injeção de resina epóxi nas fissuras, reforço estrutural e, em casos graves, execução de camisas de concreto armado nas paredes afetadas. O custo médio de correção por metro quadrado de parede grauteada incorretamente supera 5 vezes o custo da execução correta desde o início.

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Referências Normativas {#referencias}

  • ABNT NBR 6136:2016. Blocos vazados de concreto simples para alvenaria: Requisitos. Quinta edição. Vigente.

  • ABNT NBR 12118. Blocos vazados de concreto simples para alvenaria: Métodos de ensaio. Vigente.

  • ABNT NBR 16868-1:2020. Alvenaria Estrutural, Parte 1: Projeto. Vigente. (Substituiu NBR 15961-1:2011.)

  • ABNT NBR 16868-2:2020. Alvenaria Estrutural, Parte 2: Execução e controle de obras. Vigente. (Substituiu NBR 15961-2:2011 e NBR 15812-2:2010.)

  • ABNT NBR 16868-3:2020. Alvenaria Estrutural, Parte 3: Métodos de ensaio. Vigente.

  • ABNT NBR 6118:2023. Projeto de estruturas de concreto. Vigente. (Substituiu edição de 2014.)

FAQ: Grauteamento em Blocos Estruturais em Cuiabá

1. O que é grauteamento em blocos estruturais em Cuiabá?

Grauteamento em blocos estruturais em Cuiabá é o processo de preencher as cavidades internas dos blocos de concreto com graute, microconcreto autoadensável com resistência mínima de 15 MPa. O procedimento aumenta a resistência à compressão da alvenaria entre 30% e 40% e solidariza as armaduras à parede, conforme exigido pela NBR 16868-2:2020 em todas as obras de alvenaria estrutural em MT.

2. Qual o traço do graute para alvenaria estrutural com blocos de concreto em MT?

O traço do graute para alvenaria estrutural em Cuiabá deve ser definido em projeto estrutural, com resistência mínima de 15 MPa, slump entre 200 mm e 280 mm e relação a/c de aproximadamente 0,9. Graute fino (cimento e areia) é indicado para furos pequenos; graute grosso (cimento, areia e brita zero) para canaletas e cintas em obras em Mato Grosso.

3. Qual a resistência mínima do graute na alvenaria estrutural?

A resistência mínima do graute para alvenaria estrutural é de 15 MPa aos 28 dias, conforme referência técnica consolidada. Em obras em Cuiabá e Várzea Grande com blocos Classe A (acima de 8,0 MPa), o projeto pode exigir graute com resistência superior a esse mínimo. O controle segue a NBR 12655 conforme previsto na NBR 16868-2:2020.

4. Quando fazer o grauteamento após o assentamento dos blocos em Cuiabá?

O grauteamento em Cuiabá deve ser executado no mínimo 24 horas após o assentamento dos blocos. Esse intervalo garante que a argamassa de assentamento atinja resistência inicial suficiente para suportar a pressão do graute fluido. Em condições de calor extremo, ampliar esse intervalo reduz o risco de deslocamento das juntas.

5. Como limpar as cavidades dos blocos antes do grauteamento?

A limpeza das cavidades em obras de alvenaria estrutural em Cuiabá é feita abrindo uma janela na primeira fiada do pé-direito e removendo rebarbas de argamassa com barra de ferro. Em seguida, molhar as cavidades para pré-saturar o bloco. Fechar a janela com argamassa antes de lançar o graute. Cavidade suja compromete a aderência e reprova o ensaio de prisma.

6. O grauteamento é obrigatório em todos os blocos da alvenaria estrutural em Cuiabá?

Não. O grauteamento em alvenaria estrutural em Cuiabá é executado apenas nas células indicadas em projeto, geralmente pilares de quina, paredes de contraventamento e células com armadura. O projeto elaborado conforme a NBR 16868-1:2020 define quais furos recebem graute e com qual resistência. Grautear células não previstas em projeto não substitui o controle tecnológico das células corretas.

7. Quantas etapas deve ter o grauteamento por pé-direito?

O grauteamento em alvenaria estrutural em Cuiabá é recomendado em duas etapas por pé-direito. Grautear a primeira metade da altura, aguardar o início de pega e completar a segunda metade. Lançar o graute em etapa única até 2,80 m em dia quente é a principal causa de pressão hidrostática excessiva e de fissuras nas juntas de assentamento em obras em MT.

8. O calor de Cuiabá afeta a qualidade do grauteamento?

Sim. Em Cuiabá e Várzea Grande, com temperaturas acima de 38°C e umidade relativa abaixo de 20% na estiagem, o graute perde água por evaporação antes de concluir a hidratação. Um graute especificado em 15 MPa pode atingir apenas 10 a 12 MPa sem proteção adequada. A solução é molhar as cavidades, proteger as faces das paredes do sol e realizar cura úmida por 7 dias após o lançamento.

9. Qual norma rege o grauteamento em alvenaria estrutural no Brasil?

O grauteamento em alvenaria estrutural em Cuiabá e em todo o Brasil é regido pela NBR 16868-2:2020, item 9.3.7, que estabelece os procedimentos de execução e controle. O controle tecnológico do graute segue a NBR 12655, com limites de lote e amostragem definidos pela NBR 16868-2. Essa norma substituiu a NBR 15961-2:2011 em fevereiro de 2021.

10. O que acontece se o graute reprovar no ensaio de prisma em Cuiabá?

Graute reprovado no ensaio de prisma em alvenaria estrutural em Cuiabá exige demolição do lote de alvenaria afetado e reexecução com novo controle tecnológico, conforme a NBR 16868-2:2020. O CREA-MT pode embargar a obra se a ART do responsável técnico não cobrir o controle do graute. O custo de correção supera em até 5 vezes o custo da execução correta no início da obra.